quinta-feira, 17 de junho de 2010

Faça valer

RUB
Faça valer
(Site oficial: www.rub.com.br)

Durma quando o sono bater, acorde quando Deus quiser,
assista menos TV.
Cante no chuveiro, escreva um livro, faça um filme
e se apaixone todo dia por você.

Pare tudo ao entardecer, não importa o que tiver pra fazer, veja o sol se pondo no mar.
Ria sem motivo, pinte um quadro, veja desenho animado
e se apaixone de verdade por alguém.

Faça tudo valer a pena.
A vida é tão imensa e, ao mesmo tempo, é tão pequena.
Faça tudo valer a pena.
Dizer "eu te amo" não devia ser um problema.

Faça o que quiser fazer, fale o que a voz quer dizer
que seja como tiver de ser.
Jogue o seu relógio fora, conte estrelas, molde nuvens
e se apaixone todo dia pelo mesmo alguém.

Faça tudo valer a pena.
A vida é tão imensa e, ao mesmo tempo, tão pequena.
Faça tudo valer a pena.
Dizer "eu te amo" não devia ser um problema, pois
"tudo vale a pena se a alma não é pequena".


A letra dessa música é tão simples, mas tão verdadeira...
Nós, os bichos humanos, é que complicamos demais a vida.

domingo, 13 de junho de 2010

Breve reflexão




"... problemas não foram feitos para ser alimentados como bichinhos de estimação! Problemas devem ser resolvidos e utilizados como combustível para o nosso crescimento interior".


(MALAVOLTA, Joice. BRANDÃO, Zezé. A vida não é um limão, a vida é uma limonada. Editora Gente, 2006)


quarta-feira, 9 de junho de 2010

Não por coincidência...

Recebi esse vídeo por e-mail essa semana...
Tô boba!!!!!
Essa é uma prova do porquê dançar faz bem: Ela tem 92 anos e ele, 29. Não pesquisei a veracidade, mas é notório que menos de 60 anos ela não tem.
(Quem dera EU chegar aos 60 anos com a mesma energia!!!!)



video

sábado, 5 de junho de 2010

Porque dançar faz bem...


O título não é uma pergunta. É uma explicação (você logo entenderá).
Todos nós, bichos humanos, somos dotados de agressividade. É um comportamento, que faz parte de nossa afetividade e que se manifesta desde a mais tenra infância até à vida adulta.
A agressividade pode não ser, exatamente, uma expressão de raiva. Ela pode manifestar-se para expressar outros sentimentos como frustração, inferioridade, mágoa, insegurança, ressentimento...
Durante a infância, a criança usa a agressividade para exprimir sua fragilidade, contrariedade, insegurança, seus medos, ou algum outro sentimento para o qual querem a atenção dos pais.
Já na vida adulta, a agressividade está impregnada de reações impulsivas que podem ou não ser intencionais. É muito mais um processo defensivo do que um ataque propriamente dito.
E, para 'ajudar', nos dias atuais, onde impera a competitividade em praticamente todos os setores da vida, é cada vez mais comum mascararmos, escondermos e até suprimirmos nossa agressividade em razão das regras da convivência em sociedade.
O que fazer, então?
Ora, a variável que nos caracteriza - a dita 'humanidade' - nos predispõe ao convívio em comum. Salvo em situações específicas, se você é um bicho humano, está fadado a conviver, coabitar e coexistir com seus semelhantes.
O segredo está em como trabalhar, canalizar e neutralizar esse comportamento, para que não seja prejudicial nem aos outros e nem a nós mesmos.
Daí vem a importância de praticar atividades físicas.
(Você deve estar se perguntando: o que isso tem a ver?).
Provavelmente, em suas várias atividades e relações interpessoais ligadas a elas, você - assim como eu - deve acumular a energia que provém dos atritos, das contrariedades, das frustrações e de tantas outras situações em que reprimimos nossas reações, por educação, respeito ou, simplesmente, bom senso.
Praticar atividade física nos faz gastar essa energia contida, liberar hormônios, tirar o foco das situações incômodas. E ainda nos permite transformar esse monte de 'tranqueira' que acumulamos em capacidade para superar desafios.
Por isso, quando me perguntam como eu consigo conciliar casa, trabalho e estudo e ainda arrumar tempo para praticar uma dança, eu respondo: porque dançar faz bem...
Dançar é a minha válvula de escape. É a maneira que encontrei - porque adoro dançar - de descarregar a energia acumulada pela agressividade não manifesta, focar em algo que me dá prazer , reequilibrar os níveis hormonais e, principalmente renovar as forças e o ânimo para continuar a conviver, coabitar e coexistir com meus irmãozinhos bichos humanos.
Encontre a sua válvula de escape.


Referências de apoio:

CORSINI, Cristina Felipe. 'É agressivo' ou 'está agressivo?' Eis a questão. Disponível em http://www.saudevidaonline.com.br/agres.htm

ROSSI, Ana Maria. A agressividade e suas consequências. Disponível em http://www.drashshirleydecampos.com.br/noticias/3724

Portal Mundo Educação. Agressividade. Disponível em http://www.mundoducacao.com.br/psicologia/agressividade.htm